Ingredientes: 500gr de farinha T55, 100 gramas de açúcar, 5 gr de fermento seco biológico, 150 gramas de margarina derretida, 2 ovos inteiros batidos, 25ml de água morna
Ingredientes: 500gr de farinha T55, 100 gramas de açúcar, 5 gr de fermento seco biológico, 150 gramas de margarina derretida, 2 ovos inteiros batidos, 25ml de água morna
Por acaso encontrei o blogue da Miss B. na altura em que estava a decorrer um desafio bastante engraçado, e, que, de imediato chamou a minha atenção. A Miss B. escolhia uma receita ao seu gosto e enviava para a pessoa. Não podia ter ficado mais satisfeita quando vi que tinha, de facto, um desafio pela frente, uma receita de bolo de cenoura e noz. Nunca o tinha feito. Hoje, depois de o fazer, provar e dar a provar, tive que embrulhar o que sobrou para dar à minha irmã ou ele iria desaparecer muito rapidamente.
A receita original tem o dobro das quantidades, e fiz exactamente a metade destas. O bolo fica tão fofinho que a cada fatia que se cortava soltavam-se deliciosos pedaços de nozes. A crosta ficou levemente crocante, o que, contrastava na perfeição com tanta maciez. Gulosa como sou acompanhei com um pouco de chantily, mas sem ele fica perfeito na mesma. Espero que experimentem e depois voltem para contar. Eu fiquei rendida a tanto sabor com tão poucos ingredientes e tão pouco peso na consciência.
0,5L de leite m/g; 80gr de açúcar; 30gr de Maizena; 10 de Custard; 3 gemas; casca de 1limão e 1 pau de canela.
Colocar 400ml de leite a aquecer em lume brando -aconselho a utilizar um fervedor largo. Num recipiente colocar as farinhas e 30gr açúcar misturando-os bem. Adicionar aos poucos os 100ml de leite e mexer bem até desfazer os grumos. Adicionar ao leite quente e ir mexendo lentamente até sentir o preparado engrossar, quando cobrir as costas de uma colher está pronto. Num recipiente alto e largo, de preferência, colocar as gemas com as restantes 50gr de açúcar e mexer bem com um fouet até estarem esbranquiçadas e espumosas. Adicionar um pouco do preparado da maizena aos ovos mexendo energicamente, sempre, para as gemas não cozerem. Parece complicado e difícil. Vá por mim, é do mais simples que pode haver. Numa mão segurar o fervedor e ir juntando lentamente o preparado. Por fim, juntar todo o conteúdo do fervedor e mexer sempre vigorasamente. Volta ao lume cerca de 2m, mas, atenção, não deixar ferver ou teremos ovos mexidos. Deixar arrefecer e tapar com película aderente, encostar mesmo ao creme. Depois de frio descansa a noite no frigorífico. No dia seguinte bater 200ml de natas frescas e adicionar com cuidado ao creme. Colocar na máquina de gelados até obter a consitência desejada.
Hoje sou mais crescida, e, ela ainda mais, já é avó, e, conversar sobre crianças é inevitável. Por isso, e para recordar a infância, nada melhor que uma refeição feita com alguns dos ingredientes preferidos das crianças, puré e salsichas. Mas, nesta refeição além do puré de batata teremos puré de bróculos. Por isso, para este jantar é servido Empadão de Batata e Bróculos com Salsichas em Molho de Tomate com Queijo Gratinado.
... eu quero mais e muito mais. Não acredito em dietas milagrosas nem pózinhos mágicos. Equilíbrio e bom senso, e, exercício físico claro, e a coisa vai lá com força de vontade. Admito que já pesquisei muito sobre as chamadas dietas detox cujo objectivo é eliminar toxinas do nosso corpo, mas, nunca o fiz, pelo menos dessa forma. No entanto, ontem, encontrei um título de um post promissor "Detox, um sumo em tons círticos". Foi música para os meus ouvidos e para os meus olhos. Nada de coisas estranhas ou desconhecidas, tudo frutinha, e, da boa. Bebi meio litro de sumo. Se psicológico ou não, senti-me bem, estou bem. Sendo eu apreciadora de fruta mais ácida, a mistura surpreendeu-me pois havia um equilíbrio perfeito de doce e ácido.
Usar 2 laranjas, 1 toranja vermelha, 1 limão e 1 lima. Espremer tudo e aqui têm uma boa dose de vitaminas, e, se for detox ainda melhor.
Resolvi ir buscar mais uma inspiração à despensa do Sabores com História e adicionar-lhe uma pitada de sabores clássicos, maçãs e canela.
Mais fácil parece-me impossível. Uma receita de bolo de iogurte com 2 camadas de maçãs, polvilhadas de açúcar e canela. A simplicidade é algo que sempre me fascinará.
Usar o copo como medida=125gr
Ingredientes: 4 ovos, 1 iogurte natural, 1 copo de açúcar, 2 copos de farinha com fermento, 1 copo de Maizena, 1 copo mal cheio de óleo de milho, 2 maçãs em fatias e açúcar e canela a gosto, 1 colher de sopa de mel morno
Ligar o forno nos 200ºC. Bater as claras em castelo até estarem cremosas. Bater as gemas e o açúcar até obter um creme amarelo e fofo. Juntar o iogurte, o óleo, e, bater novamente. Adicionar as farinhas previamente peneiradas e juntar aos poucos envolvendo com uma colher-de-pau sem bater. Por fim adicionar as claras em castelo e envolver de baixo para cima de modo a que a massa ganhe volume. Untar um tabuleiro e colocar a massa, por cima uma camada de maçãs polvilhadas com açúcar e canela e logo de seguida outra camada de maçãs seguindo o mesmo procedimento. Diminuir o forno para os 180ºC e levar a cozer cerca de 20m. Assim que o palito sair seco retirar de imediato. Deixar arrefecer no tabuleiro dentro do forno, taé estar morno basta. Pincelar com o mel morno, para tal basta uns segundos no micro-ondas.
Quando o título diz tudo nada mais simples que partilhar a receita.
1Lt de leite m/g; 45gr de Maizena; 15gr de Custard; 60gr de açúcar.
Levar ao lume o leite, 900ml, mas não deixar ferver, e reservar um pouco, cerca de 100ml. Assim que se começarem a formar bolhinhas nas laterais está no ponto. Enquanto isso misturar todos os ingredientes secos. Adicionar aos poucos o leite que reservou e mexer bem até não haver quaiquer grumos. Juntar ao leite quente e mexer sempre com a ajuda de um fouet até engrossar*.
* Por norma quando o creme cobre as costas de uma colher deixo apenas mais 1m e retiro do calor. Quando arrefece o preparado tem tendência a engrossar mais um pouco. Se pretende algo mais parecido com um flan deixe o preparado ficar mais espesso. Se pretender mais cremoso aconselho a primeira sugestão.
É nestas alturas que me lembro que nem todos têm sobras, nem ovos, nem grelos cozidos há 3 dias, nem pão. Assim sendo, isto é mesmo uma refeição.
Dizem os entendidos, que, o amarelo na comida desperta os sentidos, e, faz-nos de imediato querer meter a colher, ou, o dente. Querem melhor prova que o amarelo dos cremes em bolos e tortas? A bola de berlim não é tão gulosa sem creme amarelo. Apesar de não ser muito apologista de corantes tenho um amarelo cá por casa. Bastou uma gota, melhor 2, para transformar um iogurte branco e pálido em algo mais atrevido.
1Lt de leite m/g; 1 iogurte natural*; 1 medida mal cheia do copo com açúcar amarelo; meia medida do copo de leite em pó; 2 gotas de corante amarelo.
Amornar o leite e desligar o fogão. Numa malga/taça juntar todos os restantes ingredientes e misturar bem até obter um creme liso. Adicionar o preparado ao leite morno e mexer até estar tudo bem misturado. Levar à iogurteira por 10h* e depois transferir para o frigorífico pelo menos 6h.
*os iogurtes de marca branca são mais acessíveis, e, em minha opinião fazem uns iogurtes excelentes a baixo custo.
*por norma faço os iogurtes pela manhã. Passam o dia na iogurteira e a noite no friogrífico. O tempo de frio dá-lhes a consistência perfeita, em minha opinião, claro está.
400gr de farinha T65; 100gr de farinha de centeio; 5gr de sal fino; 5gr de fermento seco; 330ml de água; 10ml de azeite; farinha de milho para polvilhar.
Num recipiente alto e largo, 3L sensivelmente, colocar os ingredientes secos à excepção do fermento e misturar bem. Numa taça juntar cerca de 50ml de água e dissolver o fermento. Abrir uma cavidade no centro da farinha e colocar a água com o fermento, a restante água e o azeite. Envolver com uma colher de pau apenas o suficiente até estarem ligados. Não amassar. A massa ficará com um aspecto denso e consistente. Polvilhar a superfície com farinha de milho, tapar e deixar assim por 2:30h*. Findo o tempo ligar o forno nos 200ºC e colocar dentro, na parte inferior, um pequeno tabuleiro vazio. Moldar o pão sem amassar, tentando arredondar, dobrando as pontas para dentro e para baixo. Polvilhar com farinha de milho, colocar num tabuleiro de forno forrado com papel vegetal e descansa cerca de 20m. Colocar no forno. Deitar um copo de água no tabuleiro vazio e fechar de imediato a porta de modo a que o vapor não saia. Este procedimento ajudará a formar uma crosta deliciosamente crocante. Ir verificando a cozedura do pão, cerca de 45m. Assim que bater nele e ouvir um som oco estará pronto. Deixar arrefecer numa rede.
*2:30h - As farinhas escuras requerem mais tempo de levedação. No entanto esta mistura não aumenta significativamente o volume, pois o resultado é um pão mais denso e de miolo mais fechado.
À primeira colherada parece ser mousse, mas, é leite creme. Pode ser aquilo que quisermos e muito mais. Pode ser uma mistura dos dois com um travo a baunilha e morangos frescos marinados em vinagre balsâmico*. Uma coisa é certa, é o melhor leite creme que já fiz. Cheio de sensações para degustar. Perfeito para comer sem culpa, ou com ela, delicisamente.
1L de leite m/g; 120gr de açúcar; 45gr de Maizena; 15 de Custard; 6 gemas; casca de 1limão e 1 pau de canela.
Colocar 900ml de leite a aquecer em lume brando -aconselho a utilizar um fervedor largo. Num recipiente colocar as farinhas e 60gr açúcar misturando-os bem. Adicionar aos poucos os 100ml de leite e mexer bem até desfazer os grumos. Adicionar ao leite quente e ir mexendo lentamente até sentir o preparado engrossar, quando cobrir as costas de uma colher está pronto. Num recipiente alto e largo, de preferência, colocar as gemas com as restantes 60gr de açúcar e mexer bem com um fouet até estarem esbranquiçadas e espumosas. Adicionar um pouco do preparado da maizena aos ovos mexendo energicamente, sempre, para as gemas não cozerem. Parece complicado e difícil. Vá por mim, é do mais simples que pode haver. Numa mão segurar o fervedor e ir juntando lentamente o preparado. Por fim, juntar todo o conteúdo do fervedor e mexer sempre vigorasamente. Volta ao lume cerca de 2m, mas, atenção, não deixar ferver ou teremos ovos mexidos. Distribuir o preparado por tacinhas tendo o cuidado de retirar previamente as cascas de limão e o pau de canela. Deixar arrefecer e colocar no frigorífico cerca de 1h antes de servir.
*No próximo post mostro como faço a marinada de vinagre balsâmico para os morangos.
Inspiração aqui.
Há mistérios sem resolução. Sou curiosa, mas, não o suficiente para perceber porque se chama Bolo de Arroz, se, não leva arroz, nem farinha de arroz, sabe a limão, e, claro, a Bolos de Arroz. Mistério não resolvido. Bolo pecaminoso, viciante, a pedir uma chávena de chá, livros, experts, e outros tais, para tertúlia sobre o dito cujo. Eu, prefiro não gastar muita energia a pensar, eu, prefiro comer. Receita encontrada no blogue da Elsa e ligeiramente alterada e adpatada à moda antiga, que, é como quem diz, batedeira e colher de pau.
2 ovos; 150gr de leite; pitada de sal fino; casca de 1 limão; 90gr de açúcar; 350gr de farinha com fermento; 75gr de manteiga amolecida; açúcar qb para polvilhar.
Pré-aquecer o forno a 180ºC. Numa picadora colocar as cascas de limão e o açúcar. Pulsar até estar bem misturado. Bater o açúcar com a manteiga amolecida até estar cremosa. Adicionar os ovos 1 a 1 batendo entre cada adição. Juntar o leite lentamente e mexendo bem até incoroporar. Com a ajuda de uma colher de pau, que pode ser de plástico, envolver a farinha. A massa fica bastante densa, é mesmo assim, confie, vai correr deliciosamente bem. Untar uma forma de bolo inglês, ou outra a gosto, com um pouco de margarina, e colocar a massa, que, nesta altura, está bem pastosa. Espalhar por cima açúcar a gosto. Quanto mais colocar mais crocante irá ficar. Doce? Não, fica perfeito. Coze cerca de 30m, ir vigiando pois cada forno é diferente.